- Não ira?
- Sim - respondeu, sua voz era calma por mas que na mesma sala havia o desespero do amigo.
- Oh não! Isso é um problema - seu dedo indicador se uniu ao seu lábio, fazendo uma figura pensativa em seu rosto - Não será fácil com
o imagina
- Sempre fiz sozinho. Não preciso de ninguém, eu não obrigo
- Mas Darius, ela é a isca de Enrique! - seus braços balançaram no ar, isso demostrava sua aflição.
- E precisa? Não! Ela não quer então não irá - um dos empregados entrou na sala com uma bandeja com taças de vinho - Irei pelos telhados, a uma sala no palácio que é a dele...
- São muitos guardas - interrompeu - É um evento grande, há muitas pessoas o veram.
- Não há problema, matarei os guardas e Enrique também.
Giorgia ouvia a conversa ao se aproximar da porta, sua mão deslizou sobre a maçaneta, mas se manteve quieta pensando.
- Meu amigo tenha cuidado
- Não é minha primeira batalha - riu
- Mas digo - apontou em sua direção - Giorgia ajudaria muito se fosse - levou a mão a taça que o empregado oferecia.
Darius negava a cada palavra que Francesco dizia. Não havia mal, já estava acostumado a enfrentar batalhões, não seria a primeira vez. Estaria apenas seguindo o plano de vingança para honra sua família.
- Veja amigo. Ela foi noiva dele...
- No que há?
- É bela e entraria no palácio tranquilamente, pois é noiva... - Darius olhou enraivecido - Quis dizer era, mas isso não que dizer que Enrique ache que ela não é mas noiva dele. Foi ela que fugiu
- Estão procurando ela também
- Mas não aqui e sim na nossa cidade. Continuando... Poderia atrai para outro lugar que não houvesse publico
Darius manteve quieto, cruzando os braços na altura do estomago.
- Qual o problema, afinal mostrará a todos o que vim fazer
- Isso é suicídio! Há mais guardas do que imagina, ao menos de frações o mataria, um telhado lá estaria muito longe para alcançar.
- Senhor? - o empregado ofereceu para Darius uma taça.
- Não obrigado
- Não tenho medo, antes que o sol volte estarei aqui
- Se insiste - deu os ombros
Francesco voltou aos seus afazeres, estendeu a mão para Darius que estendeu a espada.
- Já que vá a sós é melhor afia-la - sorriu
Pessoas andavam pelas ruas, conversando, outras cantando. Giorgia estava parada em frente a porta ouvindo, com os pensamentos se confrontando, o bem o mal. O que fazer?
Olhou ao redor e viu na parede ao lado da casa as esculturas de gesso que enfeitavam a parede até um dos quarto. Calculou a altura, procurando algo para lhe da impulso. Só havia um banco.
- Não preciso - sussurrou para si mesma, correndo em direção a parede dando um pulo. Suas mãos se agarraram na primeira escultura, era um anjo com uma espada. Gabriel. Começou a escalar uma por uma em uma rapidez desconhecida. A janela do quarto estava aberta e não havia ninguém.
- Esta pronto! - Gritou Francesco, um estrondo surgiu e barulhos de cacos.
- Não grite!
- Ninguém mandou dormi
Giorgia riu imaginando a cena, pensou Darius quebrou algo ao cochilar enquanto Francesco fazia o trabalho. Então caminhou até o armário que tinha roupa de modelos que pousava para os quatros. Onde iria não seria elegante aparecer como um cavalheiro justiceiro, precisava de um vestido belo por mas que odiasse usa.
Entre milhares encontrou um todo vermelho, de veludo, parecia dos vestidos mais caros que ela já viu em toda sua vida. Nas mangas era bordado com rendas francesas da cor preta e decorado com fios de ouro. Era esplêndido, digno de uma princesa.
Mas não estava satisfeita, aquele vestido saia da realidade de quem era ela. Uma mulher guerreira que sem piedade arranca a cabeça de homens e lança fechas envenenada em seus peitos.
- Onde está ela?
- No jardim
- Hum
Uma caixa lhe chamou atenção, era preta com ornamentais vermelhos, era veludo, com as duas mãos puxou o para fora do armário levando até a cama, sua mão deslizou até a fechadura dourada que tinha, mas não estava trancando. Era uma capa preta, puxou a para fora da caixa vendo seu tamanho, cabia perfeitamente nela.
Havia uma falação na sala, mas não era Darius nem Francesco, era ajudantes que comentavam sobre os novos quadros que seu mestre havia feito. O sol já havia dito boa noite, nos encontraremos amanhã, Darius partiria para o palácio atrás de Enrique quando passos desceram as escadas, o tirando as palavras que talvez pudesse pronunciar.
- Estou pronta - disse Giorgia em um vestido vermelho coberto por uma capa, Darius ficou quieto espantado pela a beleza de sua amada. Sabia que era bela, porem havia superado toda a beleza do mundo.
- Vênus - murmurou Francesco por trás de Darius.
Era mais bela que a Deusa Vênus, seus cabelos castanhos caiam sobre os ombros, e sua franja contornava a maça de seu rosto. Seus olhos era o mar em fúria pedido para ser escutado, seus lábios vermelhos como sangue, estava perfeita, não se imaginava que por baixo dessa inocente jovem havia uma assassina faminta. Os últimos degraus estavam em sua frente, em um pisca ela estava diante de Darius, lábios quase se unido.
- Está certa em sua decisão? - perguntou seu ar tocava nos lábios dela
- Tenho. Ele pagará pelo o que fez. Pagará com sangue - sua mão procurou a dele que logo a segurou
- Está bela demais Giorgia! - disse Francesco animado - Agora entendo porque fechou o coração de meu amigo!
Giorgia e Darius se coraram com as palavras que Francesco disse.
- Bem esquece - disse sem jeito
- Onde está meu arco? - perguntou ela olhando para os dois
- Vai entra armada? - os dois a olharam confuso.
- Te pegaram - disse Francesco - Você só irá acha o Enrique
- Preciso do meu arco e de minhas fechas - respondeu fria - Não irei desprevenida. Onde for irei leva minhas armas
- Darius? - perguntou Francesco que viu o amigo da os ombros
- Deixarei o arco próximo, se está se perguntando onde levarei. Irei de capa. Então não chamara a atenção, estará noite - antes que Francesco abrisse a boca respondeu - Terei que tira a capa mas quando for isso Darius já terá matado Enrique.
Os três se olharam retribuindo sorrisos, Giorgia e Darius estavam prontos para a batalha.
(Continuação da Confronto)
- Sempre fiz sozinho. Não preciso de ninguém, eu não obrigo
- Mas Darius, ela é a isca de Enrique! - seus braços balançaram no ar, isso demostrava sua aflição.
- E precisa? Não! Ela não quer então não irá - um dos empregados entrou na sala com uma bandeja com taças de vinho - Irei pelos telhados, a uma sala no palácio que é a dele...
- São muitos guardas - interrompeu - É um evento grande, há muitas pessoas o veram.
- Não há problema, matarei os guardas e Enrique também.
Giorgia ouvia a conversa ao se aproximar da porta, sua mão deslizou sobre a maçaneta, mas se manteve quieta pensando.
- Meu amigo tenha cuidado
- Não é minha primeira batalha - riu
- Mas digo - apontou em sua direção - Giorgia ajudaria muito se fosse - levou a mão a taça que o empregado oferecia.
Darius negava a cada palavra que Francesco dizia. Não havia mal, já estava acostumado a enfrentar batalhões, não seria a primeira vez. Estaria apenas seguindo o plano de vingança para honra sua família.
- Veja amigo. Ela foi noiva dele...
- No que há?
- É bela e entraria no palácio tranquilamente, pois é noiva... - Darius olhou enraivecido - Quis dizer era, mas isso não que dizer que Enrique ache que ela não é mas noiva dele. Foi ela que fugiu
- Estão procurando ela também
- Mas não aqui e sim na nossa cidade. Continuando... Poderia atrai para outro lugar que não houvesse publico
Darius manteve quieto, cruzando os braços na altura do estomago.
- Qual o problema, afinal mostrará a todos o que vim fazer
- Isso é suicídio! Há mais guardas do que imagina, ao menos de frações o mataria, um telhado lá estaria muito longe para alcançar.
- Senhor? - o empregado ofereceu para Darius uma taça.
- Não obrigado
- Não tenho medo, antes que o sol volte estarei aqui
- Se insiste - deu os ombros
Francesco voltou aos seus afazeres, estendeu a mão para Darius que estendeu a espada.
- Já que vá a sós é melhor afia-la - sorriu
Pessoas andavam pelas ruas, conversando, outras cantando. Giorgia estava parada em frente a porta ouvindo, com os pensamentos se confrontando, o bem o mal. O que fazer?
Olhou ao redor e viu na parede ao lado da casa as esculturas de gesso que enfeitavam a parede até um dos quarto. Calculou a altura, procurando algo para lhe da impulso. Só havia um banco.
- Não preciso - sussurrou para si mesma, correndo em direção a parede dando um pulo. Suas mãos se agarraram na primeira escultura, era um anjo com uma espada. Gabriel. Começou a escalar uma por uma em uma rapidez desconhecida. A janela do quarto estava aberta e não havia ninguém.
- Esta pronto! - Gritou Francesco, um estrondo surgiu e barulhos de cacos.
- Não grite!
- Ninguém mandou dormi
Giorgia riu imaginando a cena, pensou Darius quebrou algo ao cochilar enquanto Francesco fazia o trabalho. Então caminhou até o armário que tinha roupa de modelos que pousava para os quatros. Onde iria não seria elegante aparecer como um cavalheiro justiceiro, precisava de um vestido belo por mas que odiasse usa.
Entre milhares encontrou um todo vermelho, de veludo, parecia dos vestidos mais caros que ela já viu em toda sua vida. Nas mangas era bordado com rendas francesas da cor preta e decorado com fios de ouro. Era esplêndido, digno de uma princesa.
Mas não estava satisfeita, aquele vestido saia da realidade de quem era ela. Uma mulher guerreira que sem piedade arranca a cabeça de homens e lança fechas envenenada em seus peitos.
- Onde está ela?
- No jardim
- Hum
Uma caixa lhe chamou atenção, era preta com ornamentais vermelhos, era veludo, com as duas mãos puxou o para fora do armário levando até a cama, sua mão deslizou até a fechadura dourada que tinha, mas não estava trancando. Era uma capa preta, puxou a para fora da caixa vendo seu tamanho, cabia perfeitamente nela.
Havia uma falação na sala, mas não era Darius nem Francesco, era ajudantes que comentavam sobre os novos quadros que seu mestre havia feito. O sol já havia dito boa noite, nos encontraremos amanhã, Darius partiria para o palácio atrás de Enrique quando passos desceram as escadas, o tirando as palavras que talvez pudesse pronunciar.
- Estou pronta - disse Giorgia em um vestido vermelho coberto por uma capa, Darius ficou quieto espantado pela a beleza de sua amada. Sabia que era bela, porem havia superado toda a beleza do mundo.
- Vênus - murmurou Francesco por trás de Darius.
Era mais bela que a Deusa Vênus, seus cabelos castanhos caiam sobre os ombros, e sua franja contornava a maça de seu rosto. Seus olhos era o mar em fúria pedido para ser escutado, seus lábios vermelhos como sangue, estava perfeita, não se imaginava que por baixo dessa inocente jovem havia uma assassina faminta. Os últimos degraus estavam em sua frente, em um pisca ela estava diante de Darius, lábios quase se unido.
- Está certa em sua decisão? - perguntou seu ar tocava nos lábios dela
- Tenho. Ele pagará pelo o que fez. Pagará com sangue - sua mão procurou a dele que logo a segurou
- Está bela demais Giorgia! - disse Francesco animado - Agora entendo porque fechou o coração de meu amigo!
Giorgia e Darius se coraram com as palavras que Francesco disse.
- Bem esquece - disse sem jeito
- Onde está meu arco? - perguntou ela olhando para os dois
- Vai entra armada? - os dois a olharam confuso.
- Te pegaram - disse Francesco - Você só irá acha o Enrique
- Preciso do meu arco e de minhas fechas - respondeu fria - Não irei desprevenida. Onde for irei leva minhas armas
- Darius? - perguntou Francesco que viu o amigo da os ombros
- Deixarei o arco próximo, se está se perguntando onde levarei. Irei de capa. Então não chamara a atenção, estará noite - antes que Francesco abrisse a boca respondeu - Terei que tira a capa mas quando for isso Darius já terá matado Enrique.
Os três se olharam retribuindo sorrisos, Giorgia e Darius estavam prontos para a batalha.
(Continuação da Confronto)

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