Estou ferida, manchada por um destino que não posso apagar, como uma folha de papel, a sangue marcado em mim. Sangue de meu próprio corpo que deseja sair dele, que pede para ir embora para me leva para outro mundo. Trancada em um quarto escuro, ouço meus choros que ninguém há de se importar, estou sozinha e não a ninguém para me salva.
Minha alma deseja parti, ter o que tanto a morte espera, o seu beijo sombrio e gelado como um iceberg, não há mas nada o que fazer, pois já estou cansada de anda descalça nessa estrada de pregos, e ver meus pés sangrando e implorando para que eu pare. Estou desgastada, e desacreditada de qualquer milagre. Me rendo e peço a Deus que acorde me desse pesadelo profundo e que me guarde em seu abraço com sua proteção.

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