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“ Eu só consigo vê lembranças, lembranças que passearam com o vento, como um punhado de Glitter que foi assoprado, ainda acordo todas as manhãs, perguntando se está bem, e todas as noite me repouso, desejando boa noite… Um, dois e três… (Suspiros) me lembro das lágrimas que escorriam pelo meu rosto quando vi um céu inteiro cai, quebrados em cacos, como vidro, cada pedaço, um reflexo, uma imagem, e o céu inteiro estava em tempestade, os trovões diziam comigo, ‘não me deixe aqui, não se vá, fique aqui’, mas foi um pedido não atendido, diante de meus olhos, lembranças foram levadas em um barco que navegou até distante com você, e só me ficou a lembrança da solidão, do frio que me abraça quando você não esquenta. Um, dois e três, meus olhos se fecham e quando se abrem tudo está igual, a neve que cai na grama do jardim continua branca, os carvalhos continuam secos e você não está aqui. Ainda me lembro quando você dizia ‘Eu nunca vou te deixar só’…
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